Versões em português de artigos e notícias úteis para marketing de conteúdo
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Por que meu blog não está atraindo links de outros sites?
Para entender precisamente como seus visitantes podem ser compelidos a recomendar o seu conteúdo, seguiremos os passos do excelente artigo “5 Reasons Your Blog Isn't Attracting Inbound Links” (“5 razões porque o seu blog não está atraindo links de outros sites”).
1. Relevância
Somente 3% dos visitantes que entram em um site pela primeira vez estão prontos para comprar. A maior parte das pessoas que entram pela primeira vez em seu blog estejam ali apenas para reunir informações. Assim, você precisa prover conteúdo relevante, direcionado às necessidades de quem estiver em busca de informações. Pesquise palavras-chaves, estude seus relatórios de web analytics e escreva artigos com alguma profundidade e correção. Não é necessário se aprofundar demais, mas é preciso fazer algo mais do que “chover no molhado”.
2. Tamanho
Fuja do mito de que “ninguém lê textos longos”. De fato, as pessoas leem tudo o que as interessa. Assim, se as pessoas encontrarem a informação que procuram já no primeiro parágrafo, ela provavelmente não lerá o artigo até o fim. Por outro lado, se o artigo contiver informações relevantes em cada parágrafo e com o necessário grau de profundidade em cada parágrafo, as pessoas interessadas lerão seu artigo até o final. É importante não “encher linguiça”, mas também é importante não se limitar a textinhos minúsculos que pouco esclarecem sobre o tema que a pessoa está pesquisando. Em caso de dúvida, faça uma visita à Wikipedia e confira o tamanho médio dos artigos!
3. Destaque em relação à concorrência
O seu blog provavelmente não é o único em seu segmento, você provavelmente não é o único autor que aborda o seu tema. Assim, você precisa buscar uma maneira diferente de abordar o tema. Seu blog precisa ter voz, opinião, ir além da opinião que todo mundo já proferiu, da informação que todo mundo já conhece.
4. Aspecto Atraente
O seu blog deve ser atraente em todos os sentidos. Cuide da aparência do blog. Ilustre os artigos com imagens belas e informativas, de alto impacto. Títulos e descrições de postagens e artigos devem chamar a atenção e causar impacto. Use subtítulos para cortar longos textos em unidades menores de informação. Se possível, redija os seus textos criativamente, apelando aos sentidos ou despertando a imaginação de seu leitor.
5. Credibilidade
Uma recomendação é uma demonstração de confiança. E nós só confiamos em quem acreditamos. Assim, quando as pessoas adicionam um link para o seu blog, elas estão dizendo que confiam em você como fonte de informação. Elas acreditam em você quando você demonstra que fez o seu dever de casa, pesquisando o assunto antes de publicar o artigo. Ou seja, você precisa publicar informação correta, completa, fácil de entender, demonstrando possuir um conhecimento sobre o assunto que seja mais profundo do que o do leitor.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Evoluindo para o Unicode 5.1
Moving to Unicode 5.1
Publicado por Mark Davis, Arquiteto Internacional Sênior de Software
Google acaba de oferecer suporte ao Unicode 5.1, menos de um mês após seu lançamento. Está disponível agora nas pesquisas, de modo que pessoas que falam línguas como o Malaio podem agora pesquisar palavras contendo os novos caracteres em Unicode 5.1.
Páginas Web podem usar uma variedade de codificações de caracteres, como o ASCII, Latin-1, Windows 1252 ou Unicode. A maioria das codificações representam apenas algumas línguas, mas o Unicode consegue manuipular qualquer coisa, do Chinês ao Francês passando pelo Árabe. Nós usamos o Unicode há muito tempo formato interno para todas as buscas que realizamos: qualquer outra codificação é primeiro convertida para Unicode antes de ser processada. Assim, nós nos atualizamos regularmente para cada nova versão do Unicode (e padrões relevantes relacionados, como o CLDR e o BCP 47) para nos certificarmos de estamos acompanhando a evolução. O Unicode tem participação-chave em nossa missão.
Aumento no número de Páginas Web com Unicode nativo
Já no último dezembro, houve um interessante marco na web. Pela primeira vez, descobrimos que o Unicode era a codificação mais freqüente nas páginas web, superando tanto o ASCII quanto o Europeu Ocidental — e, por coincidência, em menos de 10 dias de diferença! O que é mais impressionante do que a própria superação é a velocidade com que isso aconteceu, veja só a linha azul no gráfico abaixo:
Você pode ver um declínio de longo prazo na quantidade de páginas codificadas em ASCII (letras não acentuadas de A a Z). Mais recentemente, houve uma queda significativa no uso de codificações que cobriam apenas letras da Europa Ocidental (ASCII e mais algumas letras acentuadas como Ä, Ç, e Ø). Nós estamos vendo um declínio semelhante em outras codificações específicas para certos idiomas. O Unicode, por seu lado, mostra um aumento agudo em seu uso.
Esta estatística é baseada e nossa indexação de páginas web e, portanto, pode variar em relação aos achados de outros buscadores. Entretanto, as tendências são bastante claras e o aumento contínuo do Unicode vem facilitando cada vez mais o processamento dos muitos idiomas que cobrimos.
sábado, 3 de maio de 2008
Google está desvalorizando os nomes de domínio?
Is Google Driving Down the Value of Domain Names?
Usuários preferem pesquisar em vez de navegar.
Robin Cannon, do Search Engine Journal, faz a intrigante pergunta, ‘Google está desvalorizando a URL?‘ Aparentemente mais e mais pessoas usam o Google para encontrar websites do que digitam a URL na barra de endereços de navegador. Como ele diz:
Quando há apenas um simples campo de formulário para preencher com seu termo de pesquisa e você sabe extamente o que está procurando, por que se incomodar com a barra de endereços? Se as estatítiscas para as pesquisas mais populares dizem alguma coisa útil, parece que muitas pessoas não estão se importando com aquele inconveniente "www." e ".com" e estão indo direto através do Google.
Hitwise UK acaba de publicar sua estatística de marcas mais pesquisadas em 2007 e os termos de pesquisa com maior crescimento nos Estados Unidos estão largamente disponíveis.Ambos sugerem que os usuários do Google sabem exatamente para onde querem ir e só usam a caixa de pesquisa para obter link para clicar.
É certamente um achado intrigante. Ele traz à tona um importante downgrade do valor de um nome de domínio "ponto-com". Se alguém digita o URL de um site na barra de endereços do navegador, então eles podem muito bem adivinhar que é um domínio ponto-com. Então, eles digitam ‘cnn.com’, apertam a tecla [Enter] e obtêm o site www.cnn.com. Se conhecem um pouco mais de computadores, já digitam apenas apenas e digitam [Control][Enter] para abrir o mesmo website. Isso funciona em praticamente todos os navegadores, seja Internet Explorer, Firefox, Opera, Safari ou até outros mais exóticos como o Flock.
O uso da caixa de buscas Google em vez da barra de endereços abre um novo mundo. Ao digitar apenas o nome de domínio sem o "ponto-com" pode ou não levar até site ponto-com. Tudo depende do que o Google acha que é o resultado mais relevante para a palavra que que você digitou. Se você conseguir que seu site ponto-net, ponto-org or ponto-ca atinja a primeira posição número 1 no Google, então você ganhará o clique do usuário. Domínios ponto-com não são mais invencíveis na web. Como freqüentemente acontece, a Internet, com a ajuda do Google, está alavancando o campo de partida.
Referências:
SWOT o nome da sua empresa
Estou com sorte, Google
Barry Welford, Presidente da SMM Strategic Marketing Montreal trabalha com empresários e administradores sêniores em Estratégia e Planos de Ação de Marketing na Internet para o crescimento de suas empresas. Ele é o moderador dos Cre8asite Forums e escrever sobre assuntos atuais na Internet e na Web Celular em três blogs, BPWrap, StayGoLinks e The Other Bloke's Blog.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Google ajuda a quem procura
Google Provides Help For the Help-Seekers
Por Chris Crum
Faça download de documentos completos de ajuda para os serviços Google
Não é sempre divertido deparar-se com um novo recurso para incrementar o conjunto de sua Experiência Google?
Pequenas coisas que agregam muita conveniência ao seu dia-a-dia na web como a pesquisa por definições ou filmes.
Este novo recurso não se aplica diretamente à pesquisa na web, mas o Blog do Sistema Operacional Google apresentou um novo interessante recurso que está presente em diversos serviços Google.
Este novo recurso é a capacidade de fazer download de um arquivo de ajuda completo para cada respectivo recurso para evitar que você tenha que passar pelo processo de navegação por complexas hierarquias de busca.
Para acessar um arquivo de ajuda bem detalhado (e atualizado freqüentemente) para um serviço Google, simplesmente acrescente ?fulldump=1 ao final da URL da central de ajuda do serviço e você terá em mãos um ótimo e longo documento que você pode armazenar em seu disco rígido ou imprimir para servir como guia de referência.
Ionut Alex Chitu sugere que você converta os arquivos para o formato PDF.
O atalho funciona para o Gmail, YouTube, Google Docs, Google Calendar, AdSense, Picasa, Analytics diversos outros (veja a lista completa no Google OS Blog).
Uma das minhas características favoritas do Google sob o ponto-de-vista do usuário médio é que eles sempre estão fornecendo maneiras convenientes de encontrar o que precisamos.
Como evitar ser fisgado
How to avoid getting hooked
Postado por Ian Fette, Equipe de Segurança do GoogleEste post é parte de uma série dedicada à segurança online. - Ed.
Milhões de pessoas receberam e-mails "urgentes" solicitando ação imediata para prevenir um desastre iminente. "Nosso banco tem um novo sistema de segurança. Atualize suas inofrmações ou você não será capaz de acessar sua conta" ou "Não pudemos verificar sua informação clique aqui para atualizar sua conta". às vezes, o e-mail alega que alguma coisa muito esquisita vai acontecer com o remetente (ou um terceiro) como neste caso: "A quantia de 30 milhões de dólares vai para o governo a menos que você que me ajude a transferi-la para sua conta bancária".
As pessoas que clicam nesses links podem ver uma página web que se parece com um site legítimo que eles tinham visitado anteriormente. Como a página parece familiar, as pessoas entram seus nomes de usuário, senha e outras informações confidenciais no site. O que elas acabaram de fazer é passar para um desconhecido toda a informação necessária para invadir sua conta, roubar seu dinheiro e abrir linhas de crédito em seu nome. Eles acabaram cair em um ataque de phishing.
O conceito por trás desse tipo de ataque é muito simples: alguém se passa por outra pessoa em um esforço para iludi-lo e levá-lo a ceder suas informações pessoais. Os phishers podem se passar por qualquer pessoa, incluindo bancos, provedores de e-mail e software, comerciantes, serviços de pagamento e até órgãos governamentais. Enquanto alguns desses ataques são fáceis de perceber, muitos deles são sofisticados e bem construídos. Aquele e-mail faso do "seu banco" pode parecer bem real, a página de login falsa pode parecer totalmente legítima.
A boa notícia é que há algumas coisas que você pode fazer para se manter livre de ataques de phishing:
- Tenha cuidado antes de responder e-mails que pedem informações sensíveis. Você deve ficar muito atento antes de clicar em links de e-mails ou de responder a e-mails que peçam coisas como números de contas, nomes de usuários ou senha, bem como outras informações pessoais, como números de documentos. A maior parte dos negócios legítimos nunca pedirá esse tipo de informação via e-mail. O Google não pede.
- Vá você mesmo ao website em vez de clicar em links de e-mails suspeitos. Se você recebe uma comunicação que pede informações sensíveis mas acha que poderia ser legítima, abra uma janela do navegador e vá diretamente ao site da empresa como você faria normalmente (por exemplo, usando um marcador de favorito ou digitando o endereço do site da empresa. Isto aumentará as chances de que chegue ao site da empresa em vez do site do phisher e se realmente houver alguma coisa a fazer, normalmente haverá uma notificação no website. Se você não tiver certeza sobre a solicitação que recebeu, não tenha medo de contactar a organização diretamente para perguntar. Leva apenas alguns minutos para ir até o site da organização e encontrar um e-mail ou telefone de atendimento a clientes para confirmar se o pedido é legítimo.
- Se você está em um site que pede informação sensível, procure sinais de atividade suspeita. Se você está em um site que pede informação sensível, não importa como tenha chegado até lá, procure sinais de que é realmente o site oficial da organização. Por exemplo, confira o URL para ter certeza de que a página é realmente parte do website da organização e não uma página fraudulenta de um domínio diferente (como meubancco.com ou ou g00gle.com). Se você está em uma página que deveria ser segura (como aquelas que pedem suas informações de cartão de crédito) procure pelo "https" no início do URL pelo ícone de cadeado no navegador (no Firefox e no Internet Explorer 6, o cadeado aparece no canto inferior direito, enquanto no Internet Explorer 7 o cadeado aparece no lado direito da barra de endereços) Estes sinais não são infalíveis mas são um bom lugar para começar.
- Fique atento a ofertas fabulosas e prêmios fantásticos em você às vezes esbarra na web. Se alguma coisa parece boa demais para ser verdade, normalmente é mesmo e pode se tratar de um phisher tentando roubar sua informação. Sempre que você cruzar com uma oferta online que exija que você compartilhe informações pessoais ou sensíveis para desfrutar da oferta, certifique-se de fazer muitas perguntas e conferir por sinais de atividades suspeitas no website.
- Use um navagador com filtro de phishing. As versões mais recentes dos navegadores - incluindo Firefox, Internet Explorer e Opera - incluem filtros de phishing que podem ajudá-lo a identificar potenciais ataques de phishing.
Onde está a arte?
Where art thou?
Publicado por Marissa Mayer, Vice-Presidente de Produtos de Pesquisa e Experiência do UsuárioVocê notou as tulipas cromadas na página inicial do Google hoje? Elas são parte de um conjunto feito pelo renomado artista Jeff Koons. E esta não é a única arte que aparecerá no Google hoje. Como parte de nosso projeto Artistas iGoogle, nós colaboramos com mais de 70 artistas em 17 países de 6 continentes para criar temas especiais para o iGoogle - obras de arte que tenham apelo para todas as idades e interesses. Artistas, designers e outros notáveis envolvidos incluem Jeff Koons, Dale Chihuly, Coldplay, Diane von Furstenberg, Dolce & Gabbana, Yann Arthus-Bertrand, Michael Graves, Philippe Starck, Robert Mankoff, Mark Morris, Oscar de la Renta, Anne Geddes e Tory Burch. Enquanto a lista de colaboradores que apresentam temas é impressionante (só listei aqui 1/5 do totla(!) de artistas, mais impressionante ainda é a arte propriamente dita - é espetacularmente linda!
Até agora, o iGoogle tem se caracterizado por disponibilizar o conteúdo que você quer na sua página inicial. O projeto Temas Artísticos iGoogle leva a personalização ao próximo nível, permitindo que você selecione arte de classe mundial que reflete sua personalidade em suas páginas. É o que acontece quando a arte encontra a tecnologia.
Como parte de nosso lançamento, estamos lançando uma galeria de arte ao ar livre neste fim-de-semana no New York's Meatpacking District, onde nas noties de quinta, sexta e sábado a arte do Projeto Artistas iGoogle será projetada nos edifícios, calçadas e ruas. Eis um mapa de onde você poderá encontrar a exibição. Nós publicaremos vídeos do evento no YouTube.
Confira. A arte fala por si mesma. Selecione hoje mesmo seu tema artístico iGoogle!
terça-feira, 4 de março de 2008
Novo método do Google para detectar conteúdo duplicado
Google não gosta de conteúdo duplicado. O motivo para isso é que os primeiros 10 resultados de pesquisa devem oferecer aos usuários um cardápio de páginas web diferentes. O novo pedido de patente do Google para conteúdo duplicado descreve um novo método pelo qual o Google tenta evitar que seus usuários encontrem conteúdo redundantes nas páginas de resultados. Conteúdo pode ser duplicado por uma série de razões
O que há no pedido de patente?
O que o Google faz quando detecta conteúdo duplicado?
O que isto significa para seu website? Se você quer rankings elevados, é mais fácil conseguir isso com conteúdo único. Tente usar o máximo de conteúdo original possível em suas páginas web. Se o seu website precisa usar o mesmo conteúdo de outro website, certifique-se de que seu website tem melhores links de retorno do que os outros websites que apresentam o mesmo conteúdo. |
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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Uma maneira fácil de adicionar novas funcionalidades ao Google
(An easy way to add new features to Google - por Matt Cutts - Versão brasileira por Alexis Kauffmann)
Você já quis adicionar novos recursos aos resultados de pesquisa do Google? Agora há uma maneira muito legal de fazê-lo. Se você não está familiarizado com esta funcionalidade, ela se chama um link assinado, que permite que você crie resultados de pesquisas personalizados que os usuários podem adicionar às suas páginas de pesquisa Google. Você pode exibir links para seus serviços para seus clientes, prover notícias e relatórios de situação atualizados em tempo praticamente real, responder a perguntas, calcular quantidades úteis e muito mais. A página tem uma lista completa de maneiras diferentes de adicionar novos recursos aos resultados de pesquisas Google:
* Criar resultados de pesquisa específicos para seu produto, serviço ou especialidade.
* Planejar uma versão básica em minutos para ver como funciona.
* Construir uma versão dinâmica usando arquivos ou feeds XML, TSV, ou RSS.
* Incluir imagens.
* Incluir Google Gadgets.
* Testar seus links assinados interativamente e obter mensagens de remoção de bugs.
* Definir padrões de pesquisa usando listas de palavras-chaves ou expressões regulares.
* Chamar a calcular para ajudá-lo a construir seus resultados.
Eu gosto da idéia de que o Google forneça um sistema aberto à adição de funcionalidades para nossos resultados de pesquisa. Se isto soa interessante para você, confira esta postagem de blog pelo Google OS (um blog não-oficial), leia o guia do desenvolvedor dos links assinados, ou confira a FAQ de links assinados.
Vamos passear por um exemplo. Freqüentemente, eu preciso saber qual é o meu próprio IP. Normalmente, eu vou até o Googele, procuro por [ip address],e clico em um dos primeiros resultados. Isto funciona okay, mas eu descobri que há uma maneira ainda mais fácil. Vá a esta página e clique no botão "Assinar".
Agora, quando você for ao Google e digitar uma pesquisa como [my ip] você verá a resposta diretamente em seus resultados de pesquisa, como se segue:
Eu pintei meu endereço IP real, mas você pegou a idéia. Agora, se aruljohn.com adicionasse essa pesquisa [ip address] à lista de pesquisas que disparam um link assinado, isso permitirá que eu continue preguiçoso e continue fazendo a pesquisa com que estou acostumado.
Se você quer adicionar novas funcionalidades ao Google, porque não experimentar você mesmo hoje? Eu fiz link assinado simples que se parece com isto:
Em cerca de um minuto. Parece que você fazer um link assinado a partir de nossos feeds muito rapidamente. Parece que você pode até adicionar seus próprios flexible gadgets aos resultados de pesquisa Google, o que resultará em algo parecido com:
A propósito, eu originalmente escrevi este post há algum tempo atrás, enquanto focalizava o problema de como localizar seu endereço IP com um link assinado específico. Depois que o Yahoo anunciou seu “Projeto SearchMonkey” esta noite (parabéns aos colegas do Yahoo!), eu percebi que poderia adicionar alguns detalhes sobre os links assinados do Google e sobre como fazer um snippet bastante rico usando os links assinados.
Blogged with Flock
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
KNOL - o rival da Wikipedia
Há um menino novo nas ruas online chamado Knol e, mesmo ainda em estágio inicial de desenovimento, algumas pessoas já prevêem que ele poderá trazer outra mudança significativa no modo como compartilhamos informação na Internet.
Knol é um serviço Web em estágio de desenvolvimento pelo Google que se propõe a servir como armazém virtual de conhecimento na Internet. Com conteúdo distribuído por vários experts em diversos assuntos, seu comportamento será semelhante ao atualmente exibido pela Wikipedia. De fato, muitos experts do setor sugeriram que o Knol está sendo planejado para se tornar um concorrente direto da Wikipedia e outros sites similares.
Google é, claro, a opção quando se trata de buscadores, sendo o site de buscas mais popular da atualidade. Se o Knol tiver tanto sucesso em sua disseminação quanto os desenvolvedores esperam, ele pode significar a transição do Google de buscador para uma empresa que cria e publica conteúdo web.
Alguns observadores da indústria alertam que um dos problemas poderia ser o comprometimento da objetividade do Google na apresentação de seus resultados de busca.
Knol – cujo nome deriva da palavra "knowledge" (conhecimento) – está sendo desenvolvido para permitir às pessoas que criem páginas web sobre virtualmente qualquer assunto. Quando completo, incluirá diversos recursos que permitirão a seus usuários uma série de tarefas, como submeter comentários, avaliar páginas individualmente e sugerir mudanças.
Nós mencionamos no início deste artigo que o Knol foi comparado à Wikipedia por muitos analistas. Embora haja muitas semelhanças de fato entre os dois serviços, a diferença principal é que a Wikipedia permite virtualmente a qualquer um a edição de novos verbetes, enquanto o Knol o permite apenas ao autor de cada knol individual – o nome de cada página do seviço. Isso significa que cada tópico pode ter muitos autores diferentes com pontos-de-vista constrastantes e até opostos.
Manber também declarou que outro objetivo importante do Knol é cobrir uma variada gama de assuntos, desde as várias ciências até saúde e história. Mais adiante, eles esperam que o Knol se torne a primeira parada para pesquisa em qualquer assunto. Hoje, é a Wikipedia que desempenha essa função e suas páginas web aparecem com grande freqüência no topo das páginas de pesquisas do Google e de muitos outros buscadores.
Alguns membros da indústria sugeriram que este movimento mais recente do Google é dirigido pelo crescimento sem precedentes de sites web que combinam recursos de conhecimento como a Wikipedia, e que o Google sente a necessidade de ter uma presença forte nessa área.
Wikipedia não é o único website que oferece esse tipo de serviço. Muitas outras empresas adotaram abordagens ligeiramente diferentes para a função de repositório de conhecimento na Internet, como os serviços Squidoo, Yahoo Answers, About.com and Mahalo.
Apesar da crescente popularidade desses serviços – bem como a existência de muitas ferramentas grátis que provêem meios a experts e pessoas comuns para compartilhar seu conhecimento online – Manber disse que o Google sente o usuário médio ainda não acha facilidade suficiente para participar desses serviços.
O mais interessante, considerando todo o hype e furor que atualmente cercam a existência do Knol, é que o Google tem evitado discutir o projeto além desses detalhes iniciais e até declarou que o projeto ainda é experimental. Isto significa que, como muitos outros do Google que jamais viram a luz do dia, o Knol pode até nunca ser lançado publicamente.
No que se refere à Wikipedia, Jimmy Wales, seu fundador, menosprezou a comparação do seu site com o Knol, afirmando que enquanto o objetivo da Wikipedia é atingir o máximo de objetividade em seu conteúdo, com cada verbete individual representando o somatório do conhecimento coletivo de seus vários autores, o modelo Knol provavelmente vai resultar em artigos fortemente opinativos e possivelmente contraditórios até mesmo nos assuntos mais simples.
Outra distinção importante é que a Wikipedia é um site estritamente não-comercial que não carrega nenhm tipo de publicidade, enquanto o Knol é decididamente uma empreitada mais comercial, com seus autores de conteúdo obtendo ganhos financeiros de quaisquer anúncios Google em seu site.
Nota do Editor: Atualmente, o Knol é acessível somente através de convite pelo Google. Algumas informações adicionais sobre a Knol podem ser encontradas em
Mashable.com
blogoscoped.com
Google Blog
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Anúncios Google nos resultados de pesquisas do Live Search
Alguns de vocês podem ter notado anúncios Google nos resultados de pesquisas do Live Search hoje. Nós identificamos e solucionamos o problema, e você deve vê-los desaparecer durante os próximos dias.
O origem do problema está no modo como o Live Search lida com resultados desaprovados pelo arquivo robots.txt. Nós conferimos regularmente o robots.txt de um site para assegurar que nós não indexamos ou armazenamos páginas excluídas pelo webmaster.
Porém, se nós acharmos um link em outro lugar da web que aponte a uma página excluída pelo arquivo robots.txt, nós podemos incluir o link e o texto de âncora em nosso índice se nós acharmos que esse contéudo poderia ser valioso para nossos usuários. Ontem nós acidentalmente começamos a incluir os links dos anúncios Google dos clientes do sistema AdSense.
Nós gostaríamos de agradecer à Search Engine Land e a vários clientes por nos contatar, seu feedback é muito apreciado e nos ajudou depressa a identificar e solucionar este problema.
--Nathan Buggia, Centro de Webmasters do Live Search
domingo, 23 de dezembro de 2007
Participação de Mercado em Novembro: Google ainda no topo
By David A. Utter - Versão brasileira por Alexis Kauffmann)
Dominância, teu nome é participação de mercado.
O menor número de pesquisas nos motores de busca em um novembro tranqüilo não afetaram a participação de mercado do Google, mas Yahoo e Ask cederam um pouco.
Os sites de busca da Microsoft's oscilaram em torno de 9,8% das pesquisas realizadas nos Estados Unidos, segundo a empresa de estatísticas comScore, sem alterações de outubro para novembro. Time Warner subiu de 4,2 para 4.5%.
Esse ganho não foi suficiente para retirar o Ask do quarto lugar, com seus 4,6% de participação em novembro. Yahoo perdeu 0,4 pontos percentuais, caindo para 22,4%, um desempenho bom o bastante para garantir uma sólida segunda posição.
Google prosperou em um mês lento, adicionando outros 0,2 pontos percentuais à sua participação de mercado para abocanhar 58,6% das pesquisas no mês.
A ComScore afirma que os norte-americanos realizaram 10 bilhões de buscas em novembro a partir de seus lares, escritórios e universidades, o que representa uma queda de 5% em relação a outubro.
Google foi responsável por cerca 5,9 bilhões de buscas em novembro, seguido pelos sites do Yahoo, com 2,2 bilhões. Os sites da Microsoft receberam 984 milhões de buscas, seguidos pela Ask, com 463 milhões, e pela Time Warner, com 453 milhões.
![[Imagem] Crescimento do Unicode na Web - 2001 a 2008](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRKIyZdKLlSsi_UiwUOcq0M091TplBXQbjGcm_Dz6LHhN58HueV8ythM2YpTbwNPTfuleMk4WiNrhlETtDdGphr7O3mQtA5K-v2Y6Qlne_f336CSPgpteZ56gfFQfAt7fJsrkmxt-fG2TY/s320/Unicode2.gif)